domingo, 20 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Pense...
Quando você pensa que tudo esta acabado, que não há saídas e que chegou ao fundo do poço, relaxa ainda vai piorar um pouco mais ô se vai....
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Caio Jr. é vítima de si próprio
Cinco derrotas nos últimos seis jogos. E Caio Jr. é a vítima da vez no Botafogo.
A três rodadas do fim da temporada, soa meio estapafúrdio. Mas Caio resistiu até onde podia. A decisão foi tomada em doses homeopáticas nos últimos insucessos.
Caio é vítima de si próprio, por dois motivos que não são complementares.
Ao contrário.
Curiosamente, o técnico paga pelo bom tabalho que fez em boa parte do ano, quando conseguiu levar um elenco desacreditado a lutar por objetivos que quase ninguém esperava. O Botafogo esteve, até poucas horas atrás, na luta pelo título brasileiro.
O grande aumento de expectativa, no fim das contas, se voltou contra ele.
Mas Caio é vitima também da própria confusão de ideias. Não apenas das convicções frágeis, que mudavam ou andavam se contradizendo nos últimos jogos.
Principalmente, vítima do próprio discurso esfarrapado quando o time piorou.
Atribuir derrota em casa (contra o Figueirense) ao “fator gol” era um sintoma de que o repertório de explicações e auto-crítica já andava mal das pernas.
Culpar um suposto comportamento derrotista da torcida, uma suposta cultura pessimista do clube – fato recorrente em várias entrevistas – pegou mal.
O Botafogo tem história centenária, bem escrita à sua maneira, que certamente não precisa de interpretações e correções de rumo no divã de um forasteiro.
Ao não reconhecer erros seus e dos jogadores e transportar a responsabilidade para clube ou torcida, Caio se colocou acima deles. E se isolou.
Deu a impressão de que estava sozinho no leme, se vencesse, seria contra tudo e até contra eles. Seus inimigos ocultos não estavam mais só em campo, mas dentro de casa, sobretudo na arquibancada.
Quando alguém assume essa postura, perde o direito de empatar ou perder. Tem que se garantir.
E Caio fracassou.
A demissão não representa uma desistência do clube no fim do ano. O Botafogo ainda quer ganhar.
A três rodadas do fim da temporada, soa meio estapafúrdio. Mas Caio resistiu até onde podia. A decisão foi tomada em doses homeopáticas nos últimos insucessos.
Caio é vítima de si próprio, por dois motivos que não são complementares.
Ao contrário.
Curiosamente, o técnico paga pelo bom tabalho que fez em boa parte do ano, quando conseguiu levar um elenco desacreditado a lutar por objetivos que quase ninguém esperava. O Botafogo esteve, até poucas horas atrás, na luta pelo título brasileiro.
O grande aumento de expectativa, no fim das contas, se voltou contra ele.
Mas Caio é vitima também da própria confusão de ideias. Não apenas das convicções frágeis, que mudavam ou andavam se contradizendo nos últimos jogos.
Principalmente, vítima do próprio discurso esfarrapado quando o time piorou.
Atribuir derrota em casa (contra o Figueirense) ao “fator gol” era um sintoma de que o repertório de explicações e auto-crítica já andava mal das pernas.
Culpar um suposto comportamento derrotista da torcida, uma suposta cultura pessimista do clube – fato recorrente em várias entrevistas – pegou mal.
O Botafogo tem história centenária, bem escrita à sua maneira, que certamente não precisa de interpretações e correções de rumo no divã de um forasteiro.
Ao não reconhecer erros seus e dos jogadores e transportar a responsabilidade para clube ou torcida, Caio se colocou acima deles. E se isolou.Deu a impressão de que estava sozinho no leme, se vencesse, seria contra tudo e até contra eles. Seus inimigos ocultos não estavam mais só em campo, mas dentro de casa, sobretudo na arquibancada.
Quando alguém assume essa postura, perde o direito de empatar ou perder. Tem que se garantir.
E Caio fracassou.
A demissão não representa uma desistência do clube no fim do ano. O Botafogo ainda quer ganhar.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Assentamento Moacir Lucena recebe comitiva da Nova Geração
No último domingo (13), uma comitiva da Nova Geração esteve visitando o assentamento Moacir Lucena na Chapada do Apodi.
Entre os presentes, os pré-candidatos a vereadores em 2012 Bira da Aurora, Vanvan da laje do Meio e Holanda filho de Chico de Adrião.
A comitiva foi recepcionada pelas jovens: Benta, Luana , Francineide e pelo líder sindical Zé Holanda e Evandro do Moacir.
“Foi uma visita muito proveitosa que serviu para fortalecer o projeto da Nova Geração para 2012”, disse Paulo Viana, presidente do PC do B de Apodi.
Durante os costumeiros debates que acontecem durante as visitas, à comunidade reclamou de problemas como: falta de estradas, assistência médica e abandono.
Os líderes comunitários enfatizaram que são contra o projeto de irrigação da chapada da forma como ele está sendo implantado na Chapada do Apodi.
Fonte: Apodibaixodopano
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
“Tchamo”
– Então tá combinado, na quarta, depois do trabalho, eu passo aí pra te buscar, ok?
– Vou ficar contando as horas…
– Eu também…
– Bom, acho que por hoje chega, né? Se eu pudesse ficava conversando até o dia amanhecer, mas infelizmente tenho que desligar.
– Ahhhh…
– É que vou ter que acordar cedo amanhã, você sabe; mas de noite a gente fala mais, prometo. Olha, um beijão, lindo, sonha comigo, tá?
– Sonho sim.
– Tchau…
– … nossa! Quantas vezes imaginei esse momento! Agora que aconteceu fiquei até nervoso, porque achei que você nunca ia dizer isso, já estava até meio grilado. Pô, eu também te amo, muito, a cada dia mais!
– (…)
– Oiiii, cê tá aí ainda?
– Tô.
– Que foi, linda, ficou emocionada?
– Não, é que… esquece.
– Tá tudo bem aí?
– Tá sim, deve ser o sono mesmo.
– Sono? Depois de 2 meses de namoro você finalmente diz que me ama pela primeira vez, daí eu digo que te amo também… desculpa, tô feliz demais pra desligar o telefone agora!
– Querido, tenho uma coisa pra te dizer, mas não quero que você fique chateado…
– Chateado? Como assim?
– É que eu gosto muito de você, tô adorando te namorar e tudo, mas acho que aconteceu um mal entendido…
– Como assim “mal entendido”?
– É que, assim, quando eu estava me despedindo, acho que você entendeu errado uma coisa que eu disse…
– Quando você disse “eu te amo”?
– É, quer dizer, não, eu não disse isso, eu disse só “Tchau”.
– “Tchau”???? Você disse “tchau”?
– Foi.
– Peraí, eu não fiquei surdo de repente, você disse “te amo”!
– Não, eu disse tchau, mas acho que falei meio baixo e meio rápido, sei lá, tipo “tchamo”, daí ficou parecendo o que você entendeu, mas tudo bem…
– Como “tudo bem”? Pelo menos pra mim, “tchau” e “te amo” são coisas muito diferentes!
– Lindo, vamos deixar isso pra lá… eu só acho que a gente tem que ir com calma. Amanhã conversamos melhor, poxa, eu gosto tanto de você…
– É, né? Mas pelo visto não ama…
– Pronto, ficou bravo… olha, …
– Não, tudo bem, tudo bem, já entendi, tá certo. Foi bom mesmo pra eu aprender…
– Aprender o quê?
– Aprender a não me apaixonar mais pela pessoa errada.
– Nossa, não tô acreditando que você disse isso! Tô sem palavras aqui, que grosso! E que fresco também, parece até criança, fazendo tempestade num copo d’água!
– Então é isso que nossa relação significa pra você, um copo d’agua? Você diz com todas as letras que não me ama e eu ainda levo a culpa?
– Ah, depois dessa eu vou ter que desligar! Vamos terminar por aqui essa conversa antes que seja tarde demais, viu?
– Por mim já está terminada. E quer saber: pode esquecer jantarzinho romântico na quarta a noite, não tem mais clima.
– Ah é? Então tá bom, faz o seguinte: nem me liga mais!
– Beleza, nem precisava pedir!
– Tchau! E agora eu disse “tchau” mesmo, tá, seu surdo sentimentalóide!
Texto copiado do Instante Posterior do Bruno Medina
– Vou ficar contando as horas…
– Eu também…
– Bom, acho que por hoje chega, né? Se eu pudesse ficava conversando até o dia amanhecer, mas infelizmente tenho que desligar.
– Ahhhh…
– É que vou ter que acordar cedo amanhã, você sabe; mas de noite a gente fala mais, prometo. Olha, um beijão, lindo, sonha comigo, tá?
– Sonho sim.
– Tchau…
– … nossa! Quantas vezes imaginei esse momento! Agora que aconteceu fiquei até nervoso, porque achei que você nunca ia dizer isso, já estava até meio grilado. Pô, eu também te amo, muito, a cada dia mais!
– (…)
– Oiiii, cê tá aí ainda?
– Tô.
– Que foi, linda, ficou emocionada?
– Não, é que… esquece.
– Tá tudo bem aí?
– Tá sim, deve ser o sono mesmo.
– Sono? Depois de 2 meses de namoro você finalmente diz que me ama pela primeira vez, daí eu digo que te amo também… desculpa, tô feliz demais pra desligar o telefone agora!
– Querido, tenho uma coisa pra te dizer, mas não quero que você fique chateado…
– Chateado? Como assim?
– É que eu gosto muito de você, tô adorando te namorar e tudo, mas acho que aconteceu um mal entendido…
– Como assim “mal entendido”?
– É que, assim, quando eu estava me despedindo, acho que você entendeu errado uma coisa que eu disse…
– Quando você disse “eu te amo”?
– É, quer dizer, não, eu não disse isso, eu disse só “Tchau”.
– “Tchau”???? Você disse “tchau”?
– Foi.
– Peraí, eu não fiquei surdo de repente, você disse “te amo”!
– Não, eu disse tchau, mas acho que falei meio baixo e meio rápido, sei lá, tipo “tchamo”, daí ficou parecendo o que você entendeu, mas tudo bem…
– Como “tudo bem”? Pelo menos pra mim, “tchau” e “te amo” são coisas muito diferentes!
– Lindo, vamos deixar isso pra lá… eu só acho que a gente tem que ir com calma. Amanhã conversamos melhor, poxa, eu gosto tanto de você…
– É, né? Mas pelo visto não ama…
– Pronto, ficou bravo… olha, …
– Não, tudo bem, tudo bem, já entendi, tá certo. Foi bom mesmo pra eu aprender…
– Aprender o quê?
– Aprender a não me apaixonar mais pela pessoa errada.
– Nossa, não tô acreditando que você disse isso! Tô sem palavras aqui, que grosso! E que fresco também, parece até criança, fazendo tempestade num copo d’água!
– Então é isso que nossa relação significa pra você, um copo d’agua? Você diz com todas as letras que não me ama e eu ainda levo a culpa?
– Ah, depois dessa eu vou ter que desligar! Vamos terminar por aqui essa conversa antes que seja tarde demais, viu?
– Por mim já está terminada. E quer saber: pode esquecer jantarzinho romântico na quarta a noite, não tem mais clima.
– Ah é? Então tá bom, faz o seguinte: nem me liga mais!
– Beleza, nem precisava pedir!
– Tchau! E agora eu disse “tchau” mesmo, tá, seu surdo sentimentalóide!
Texto copiado do Instante Posterior do Bruno Medina
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Ao Chamado dos “Coronéis”.
Não é de hoje que os agricultores e agricultoras do município de Apodi tentam buscar um diálogo com o Governo Federal sobre o Projeto de Irrigação da Chapada, tendo em vista as inúmeras duvidas existentes com relação ao Projeto, onde o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) até o momento não esclareceu as dúvidas existentes por parte da população atingida.
Pois bem amigos leitores (as), diante dos desrespeitos do DNOCS em não dialogar com a sociedade, os agricultores (as) há tempos buscam o diálogo com a Presidente Dilma, porém essa idéia até o momento não surtiu êxito.
Segundo matérias divulgadas na imprensa a Presidente virá a as terras potiguares no próximo dia 28.
Ouvir os Agricultores (as) da Chapada do Apodi? NÃO. Ela virá ao RN assinar a ordem de serviço do perímetro irrigado da Chapada do Apodi, a convite de um rapaz que tem “MORAL” com a Presidente (Veja a matéria).
Ao assinar a ordem de serviço a Presidente Dilma põe em risco o maior potencial do município de Apodi Chamado Agricultura Familiar, principalmente na região (Chapada) onde esta prevista a instalação do projeto, tendo em vista que na maioria dos perímetros irrigados instalados pelo DNOCS estes seviram ao agronegócio.
Dependendo onde a Presidente Dilma desembarque e por onde irá passar há sérios riscos dela sair do solo Potiguar debaixo de uma Chuva de vaias, tendo em vista ter atendido "Ao chamado dos Coronéis"e não ao chamado do povo. Já está mais do que na hora de se abolir esse tipo de de relação no RN. Afinal os tempos da República Velha já era... ou não?
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Ajuda ai mané
Vai nesse endereço ai http://colegionossasenhora.blogspot.com/ e vote na enquete de prefrência vote no 9º B.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Nova Geração discute candidatura de Melancias para 2012
Nas eleições de 2008 - A NOVA GERAÇÃO não apresentou candidaturas ao cargo de vereadores que fossem da comunidade de Melancias.
Para o pleito vindouro, o comportamento desse grupo político será diferente. Em mais uma reunião entre o professor Flaviano (PCdoB), Pedro Jr (PDT) e o presidente do PCdoB Apodi/RN - Dr. Paulo Viana e vários jovens daquela comunidade ficou reafirmado que um nome será escolhido para disputar uma das 13 cadeiras da Câmara Municipal de Apodi nas eleições de 2012.
"Em Melancias existem vários bons nomes que podem representar muito bem esta comunidade. Cassiano Costa, Marciel Menezes, Joelson Carvalho, Josino Carvalho, Edneuza e tantos outros que, sem dúvida, serão muito bem vindos para juntos com a Nova Geração irem para o embate de 2012. Vocês tem carta branca para escolher o nome". Disse o prof. Flaviano.
Entre os partidos que compõe a NOVA GERAÇÃO - PCdoB / PSD / PDT, a nominata para o legislativo apodiense que deverá ir as urnas em 2012 já conta com mais de 30 nomes que representam todo o mosaico social de nossa cidade.
"Em Melancias existem vários bons nomes que podem representar muito bem esta comunidade. Cassiano Costa, Marciel Menezes, Joelson Carvalho, Josino Carvalho, Edneuza e tantos outros que, sem dúvida, serão muito bem vindos para juntos com a Nova Geração irem para o embate de 2012. Vocês tem carta branca para escolher o nome". Disse o prof. Flaviano.
Entre os partidos que compõe a NOVA GERAÇÃO - PCdoB / PSD / PDT, a nominata para o legislativo apodiense que deverá ir as urnas em 2012 já conta com mais de 30 nomes que representam todo o mosaico social de nossa cidade.
Fonte Apodibaixodopano
terça-feira, 1 de novembro de 2011
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