sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
PROFESSORES DO ESTADO SE MOBILIZAM POR MELHORIA SALARIAL
Foi lançada pra valer a campanha salarial no estado do Rio Grande do Norte pelo SINTE, neste inicio de abril. Segundo os diretores que participaram das últimas audiências com a secretaria de Educação do estado, Betânia Ramalho, a mesma não apresentou nada de concreto para a categoria, já se fala até em um movimento grevista no estado por parte dos professores, aliás já existe um calendário de luta a ser cumprido que fatalmente culminara com uma grande greve é somente questão de dias, isto é se as reivindicações dos professores não forem atendidas. Por exemplo, uma dessas reivindicações é, se for dado trinta por cento para os funcionários no mês abril que seja dado também ao magistério, e com relação ao piso nacional salarial, revisão de plano de carreira, a secretaria não quer nem ouvir falar. Na capital já se fala na substituição da mesma por ela não ter dado respostas aos problemas mais grave da educação. O sindicato vai mobilizar a categoria em todo estado e pressionar a governadora Rosalba Ciarline para que cumpra as promessas de campanha que fez quando candidata de melhorar a educação.
Fonte: http://evilazarocomenta.blogspot.com/
A quem interessar!
O cruzamento das Ruas Enéias Barbosa com Hélio Marinho há mais de um mês as escuras...
Nosso milhão...

terça-feira, 5 de abril de 2011
A luta de uma Professorinha
| Uma academia que agoniza Em Apodi, entidade que reúne jovens alunos, amantes da literatura, poderá fechar suas portas |
Mário Gerson
Da Redação da Gazeta do Oeste
Da Redação da Gazeta do Oeste
Nas cidades de pequeno porte, os grêmios literários e os concursos de poesia sequer são citados quando se fala em promoção cultural. Bandas de forró e carnavais fora de época são dois exemplos que arrastam multidões e esvaziam os espaços destinados à leitura. Em Apodi, uma proposta diferenciada de uma professora local pode simplesmente deixar de existir. Trata-se da Academia Estudantil de Letras Poeta Antônio Francisco. Fundada em 2008, a entidade possui membros (estudantes) por toda a localidade e é exemplo de despertar para a leitura num Estado em que seus autores penam para publicar livros e não sabem o que é apoio de livrarias. "A academia surgiu diante de uma inquietação que sempre tive com relação à leitura praticada em nossas escolas. Incomodava-me (e ainda incomoda) a não existência de espaços que promovam o gosto pela leitura nas escolas. O que a maioria de nossas escolas promove é a obrigatoriedade da leitura, não o prazer. Agindo assim, só afastamos nossos estudantes da magia que a literatura pode nos proporcionar. A Academia Estudantil de Letras surgiu dessa necessidade. Senti que ela poderia ser uma excelente oportunidade de oferecer aos nossos jovens momentos prazerosos de contato com a leitura, de forma espontânea; com incentivo, não com cobranças", destaca Rokátia Kleânia.
Segundo ela, o grupo começou pequeno, coisa de meia dúzia de alunos. "Aos poucos, de forma espontânea, foram chegando mais. Na solenidade de fundação, 2008, já éramos 17. A partir daí, o grupo só cresceu. Hoje, temos aproximadamente 40, entre titulares, correspondentes e simpatizantes", diz.
A professora salienta que apesar de não contar com recursos financeiros, realiza, além das rodas de leitura e contação de histórias, seminários sobre os patronos, encontros com escritores, oficinas de poesia e de teatro e passeios a bibliotecas, museus e teatros. "Fizemos apresentações culturais em eventos dentro e fora da escola e, ainda, participamos da Feira do Livro em Mossoró, com direito à exposição de textos literários produzidos pelos próprios acadêmicos", destaca.
Atualmente, a realidade da academia estudantil é delicada. "Quando iniciei com o grupo, era professora da Sala de Leitura da Escola Lourdes Mota e isso fazia com que tivesse mais disponibilidade de tempo para planejar e executar as atividades acadêmicas, além de certa liberdade de realizar essas atividades em meu horário de trabalho. Muitas oficinas, seminários e círculos de leitura foram realizados na própria biblioteca, sem atrapalhar o trabalho da Sala de Leitura, nem o desenvolvimento das outras atividades. O fato de executar todo trabalho acadêmico sozinha dificultava, mas não chegava a atrapalhar o seu andamento", diz.
No entanto, desde 2010 a professora foi removida da Sala de Leitura e conduzida de volta, com carga horária completa, à sala de aula. "Isso tem prejudicado bastante o andamento da AEL, uma vez que possuindo 50 hora/aulas por dia, se torna praticamente impossível para apenas uma pessoa planejar e realizar as diversas atividades que a academia requer. Afinal, a proposta da AEL é oferecer aos estudantes momentos prazerosos de contato com a leitura e isso demanda tempo e dedicação não apenas na execução das atividades, mas principalmente no planejamento e preparação dessas ações", destaca.
Ela lamenta que devido a isso as atividades tenham diminuído. "Em 2008 e 2009 tínhamos, em média, dois encontros semanais. No início de 2010, passamos a nos reunir quinzenalmente, mas devido à inviabilidade, os encontros passaram a ser mensais. Agora, em 2011, só tivemos um único encontro até agora", salienta.
UM FECHAMENTO IMINENTE - Com isso, o cenário não é nada animador. A falta de apoio tem tornado inviável o crescimento da AEL. "Lutamos para não deixar morrer esse grupo de pequenos futuros imortais. A iminência do fim da AEL dói intensamente em mim, mas dói mais ainda nos jovens acadêmicos. Afinal, ninguém mais do que eles sabem o quanto a AEL significa em suas vidas. Ninguém melhor do que um acadêmico para sentir os benefícios que um projeto dessa natureza provoca na sua vida escolar, familiar e, sobretudo, na sua vida em sociedade", lamenta a professora.
Nesse sentido, ela destaca que é fundamental que se reveja "a forma como a prática de incentivo à cultura literária é desenvolvida em nosso país. Precisamos ampliar e melhorar os poucos espaços que possuímos e promover ações de incentivo não apenas ao hábito, mas especialmente ao gosto pela leitura, prática indispensável nos dias de hoje. Só assim, com uma completa transformação de postura e atitude, nosso país terá um povo mais culto e, sobretudo, mais crítico e desenvolvido", diz.
'Academia pode contribuir na melhoria na hora da aprendizagem dos jovens'
De acordo com a professora, a entrada para a AEL ajuda, sim, aos estudantes, na melhoria da aprendizagem. "A AEL pode, sim, contribuir significativamente na aprendizagem dos jovens que participam de suas atividades, uma vez que a leitura amplia nosso vocabulário, nossa visão de mundo. Além disso, a realização de seminários possibilita aos estudantes exercitarem o 'protagonismo' juvenil tão necessário no desenvolvimento da aprendizagem", diz.
Além disso, ela acrescenta que os estudantes alegam que lá a leitura deixa de ser algo chato e cansativo e passa a ser divertido. "Alguns dizem também ter muito orgulho em serem acadêmicos. Afirmam que a academia os faz se sentirem importantes, pois lá têm vez e voz. Através da AEL, eles deixam de ser meros espectadores e passam a ser protagonistas, valorizados dentro e fora da escola. Acredito que por isso a maioria continua participando dos encontros, mesmo quando conclui o ensino fundamental e precisa se transferir para outro estabelecimento de ensino", fala. "Visamos tão somente proporcionar aos jovens o contato prazeroso com a leitura, de forma a torná-lo um legítimo leitor. Todavia não se pode negar que uma coisa pode levar a outra. É o que ocorre com alguns de nossos acadêmicos que, com a prática constante da leitura, acabaram se identificando com as letras e já começam devagarzinho a produzir seus próprios textos literários", comenta.
Ela, no entanto, aponta um dado triste. "Infelizmente, o que vemos em Apodi são muitos talentos literários sendo adormecidos ou, quiçá, destruídos devido à ausência de ações, que promovam à prática da leitura e o exercício da produção literária. É o caso de Marina Viana, acadêmica, 17 anos, uma poetisa de mão cheia, que já possui uma rica produção poética. Contudo, apesar de nossos esforços, até o momento não conseguiu recursos para a publicação de seu primeiro livro", lamenta.
Fonte: Gazeta do Oeste
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Mais um amigo se foi
Soube a pouco do Falecimento de Sr. José Messias (Zé Messias do Disco Som), homem de visão um empreendedor, que teve a ideia de trabalhar com música em um tempo que ninguém imaginava que teve loja de revistas e criou uma banda de Música que hoje é o Stilo Musical, Pai de dois grandes amigos Jean e Vinicius, nesse momento sei que palavras não são capazes de amenizar a dor da perca, mas fica meus sinceros votos de pesar.
Lembro de muitas vezes em minha infância iniciou de adolescência em que ia ao Disco Som comprar LP's e fitas K7, e sempre tinha a oportunidade de escutar as músicas de seu Zé Messias, que colocava a caixa de som na janela de sua loja e levava um pouco de alegria a todos aqueles que passavam na BR 405. Que descanse em paz.
Lembro de muitas vezes em minha infância iniciou de adolescência em que ia ao Disco Som comprar LP's e fitas K7, e sempre tinha a oportunidade de escutar as músicas de seu Zé Messias, que colocava a caixa de som na janela de sua loja e levava um pouco de alegria a todos aqueles que passavam na BR 405. Que descanse em paz.
Prof Flaviano Monteiro é entrevistado na TCM - TV a Cabo de Mossoró
Na última quinta-feira (31), Julierme Torres e o professor da UERN Antonio Gomes entrevistaram o professor flaviano no programa cenário político nos estúdios da TCM, TV a cabo de Mossoró.
O programa cenário politico é o tipo de programa que não deixa o politico falar meias palavras, é o preto no branco. Vários temas foram tratados além da politica como, os problemas estruturais da região Oeste, eleições 2012, a questão universitária de Apodi.
Os âncoras ficaram admirados, por exemplo, quando Flaviano expôs o fato de todo dia sair de Apodi sete ônibus lotados de Universitários, seis para Mossoró e um para o município de Caraúbas.
Ao final do programa Julierme Torres disse que a nova geração em Apodi vem construindo um modelo de ruptura politica com sistemas arcaicos que não se consegue ver em nenhum munícipio do Rio Grade do Norte.
Os âncoras do programa ficaram também admirados com fato de Flaviano ter tirado tantos votos em 2010 em Apodi, destacando que a votação tirada pelo professor pareceu mais a votação de uma eleição para prefeito, quando concorrem no máximo três, e não de uma eleição para deputado, quando Flaviano concorreu com mais de cinquenta candidatos.
O programa cenário politico é o tipo de programa que não deixa o politico falar meias palavras, é o preto no branco. Vários temas foram tratados além da politica como, os problemas estruturais da região Oeste, eleições 2012, a questão universitária de Apodi.
Os âncoras ficaram admirados, por exemplo, quando Flaviano expôs o fato de todo dia sair de Apodi sete ônibus lotados de Universitários, seis para Mossoró e um para o município de Caraúbas.
Ao final do programa Julierme Torres disse que a nova geração em Apodi vem construindo um modelo de ruptura politica com sistemas arcaicos que não se consegue ver em nenhum munícipio do Rio Grade do Norte.
Os âncoras do programa ficaram também admirados com fato de Flaviano ter tirado tantos votos em 2010 em Apodi, destacando que a votação tirada pelo professor pareceu mais a votação de uma eleição para prefeito, quando concorrem no máximo três, e não de uma eleição para deputado, quando Flaviano concorreu com mais de cinquenta candidatos.
Fotos: Moésio Marinho
Fonte: Blog do Prof. Toinho
Reunião dos Democráticos
Centenas de pessoas participam de encontro do GRUPO DEMOCRÁTICO
Quase quatrocentas pessoas assinaram a folha de presença da reunião realizada na noite deste sábado, 02 na AABB, que teve uma maciça participação popular, principalmente da zona urbana de nossa cidade, já que os dois primeiros encontros haviam sido realizados na zona rural de nosso município.
A mesa foi ampla e bem representada por integrantes do GRUPO DEMOCRÁTICO, e teve a presença dos ex-prefeitos Pinheiro, e Simão, dos empresários, Berg Morais, Adriano Trovo, Suelinton, do presidente do PSDB Solon Regalado do Vale do Apodi, dos Vereadores, Pelé de Caraúbas, Paulo de Telécio, Ângelo Suassuna, Júnior Carlos e Evangelista e ainda do Deputado Estadual Gilson Moura.
Na platéia lotada, ausência de pessoas de comunidades rurais que justificaram suas ausências por conta das chuvas que caíram de forma intensa sábado à tarde, mas mesmo assim varias representações, e nomes ilustres como o do empresário Vicente Jales, Bico Torto, Pedrinho de Lolôia, Zulmim, Urbano e Alderi da Região da Areia, Geraldo pedreiro ex-candidato a vereador, Alfredinho, João de Lauro ex-candidato, Fábio Fashion pré-candidato a vereador, professor Jeone Morais, Mozart Sales, Chicola, Adão da verdura, Tiê, Gidalton da comunidade de Santa Cruz, os advogados Zê Rêgo e Expedito Maia, José de Arimateia, Castelo Morais, Marcio de Massau, Rosalvo, fazendo a cobertura do evento Josenias Freitas, professor Toinho, João Paulo e Wilson Oliveira, entre outros vários nomes.
Fonte: Josenias Freitas
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